sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Jornalismo e redes sociais

Por JUNIO SANTOS

Portais de notícia e jornalistas  online


Mesmo não utilizando uma linguagem própria das redes sociais, a maioria dos portais de notícia usa essas redes para divulgar notícias aos seus seguidores.

O twitter, rede social existente cerca de cinco anos, é um site que foi feito para troca de diálogos. Mostrando que as pessoas têm necessidade de se comunicar a todo o momento e com rapidez. É onde os jornalistas interagem, alimentando com pequenas notas sobre o que acontece nas regiões e no mundo.

As redes sociais servem como fonte de pesquisa e informação.
Dentro das empresas, principalmente de teor informativo, há  restrições quanto ao uso das redes sociais, por exemplo um jornalista não pode postar nada nas redes sociais, que venha comprometer a notícia que será veiculada, e para que nenhum outro portal ou jornal, venha copiar a idéia.


 Enfim, todos sabemos que as redes sociais fazem parte de nossas vidas; o importante e que saibamos utilizá-las da melhor forma, aquela que venha trazer benefícios. O jornalista acima de tudo deve presar pela ética e boa conduta na hora de postar alguma informação,para que não prejudique a empresa na qual trabalha ou terceiros.


Percentual de participação de jornalistas em cada rede social

Orkut
83,46%
Twitter
48,77%
Facebook
33,11%
MySpace
20,09%
Flickr
18,94%
Linkedin
15,81%


Assista a um video sobre jornalismo na internet: incerteza nas redes sociais

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Audio e video das Redes sociais

Por Henrique César

Video Sobre redes Sociais no jornalismo




Audio Sobre Redes sociais

Redes sociais em empresas

Fatos

Por Henrique César

Alguns importantes acontecimentos mundiais tiveram uma intensa participação das redes sociais e parte da solução dos problemas foi derivada das atuações nelas.
Um exemplo? Vamos ao caso da tragédia na região serrana do Rio de Janeiro. Aos poucos, foram surgindo comunidades e grupos no Orkut e no Facebook e perfis no Twitter. A sociedade mostrou-se madura, solidária e participativa, conseguindo junto aos órgãos públicos grandes conquistas para as comunidades sofridas, agilizou os processos de doações de remédios a coletas de sangue, divulgou a situação de varias áreas através de fotos e dicas de acesso, dados de meteorologia e mapas.
Muito do sucesso dessas ações deve-se, sem dúvida, à participação de inúmeras pessoas nas redes sociais, tudo sem estrelismos ou competições, apenas pelo puro sentimento de ajuda ao próximo, um verdadeiro trabalho altruísta.
As redes mostraram a sua importância, deixando de lado tempo e espaço, influenciando o destino de dezenas de pessoas, através da rápida disponibilização de informações relevantes, de forma que muitos puderam usufruir deste ambiente e agir junto aos necessitados.
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As redes sociais e sua influência na sociedade

Por Henrique César

Fato é que as redes sociais estão presentes em nosso dia a dia. Mas, afinal, até onde elas podem influenciar a sociedade? É possível ter noção da sua força? São elas apenas simples aplicativos que permitem a troca de ideias e fotos, bate papo, onde se procura por amigos e colegas de escola e se promove encontros, incentivando relacionamentos? Elas permitem uma nova maneira de participação da sociedade, com interessantes aplicativos que dão suporte e facilitam os relacionamentos, com intensa e diversificada participação de todos, de olhos nas mudanças no mundo, mas em um mínimo espaço de tempo, tudo muito rápido, em um clique apenas.
Quantas vezes por dia ouvimos falar das redes sociais, não é mesmo? Falam sobre as últimas novidades e os aplicativos a serem lançados, sobre as formas de uso, sua interação com telefones celulares e até mesmo com a TV de casa e por aí vai. Já é do conhecimento de todos a força dessas redes, que elas vieram pra ficar e que influenciam (e muito!) a sociedade.
A nova geração que está aí já começa a vida teclando e vivenciando um mundo rápido, instantâneo, com troca de informações a cada instante, convivendo com um enorme volume de informações. Eles sabem o quanto as redes sociais são importantes no seu dia-a-dia. Têm de tudo, da troca de informações e opiniões aos encontros de ex-alunos, disponibilização de fotos, dicas de todo o tipo e até mesmo propostas de namoro e de emprego. Muitos dizem ser mais um modismo da internet, e geralmente quem é mais velho fala que é "coisa da garotada". Mas está cada vez mais claro que não é nada disso.

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Será que os jornalistas vão desaparecer?

Por Rubens Junior

Esta é uma das perguntas que assalta, uma vez que com as Redes Sociais, o público tem a possibilidade de ter acesso à informação e fornecê-la. O papel do jornalista é radicalmente diferente hoje em dia do que era há uns anos atrás. Antigamente o jornalista tinha um papel fulcral na sociedade. Ele era o único que difundia informação. Hoje em dia, com a Web 2.0 /Redes Sociais a sociedade sobrevive sem o jornalista porque tem toda a informação ao seu dispor. O jornalista agora só serve para melhorar a informação, no sentido em que filtra o que é verdadeiro do que é falso, do que é importante do que não é.


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Jornalistas que usam as redes sociais

Por Henrique César

Os jornalistas ao utilizarem as Redes Sociais também aumentam potencialmente a quantidade de informações que circula no ciberespaço. Esse aumento pode apresentar, para o jornalista novas fontes e novas informações. Embora não seja uma informação confirmada, é um relato, um testemunho da experiência naquele momento. Foi o que aconteceu, por exemplo, no caso dos atentados em Bombaim. Muitos jornalistas conseguiram saber o que se estava a passar dentro do hotel por via de mensagens que as pessoas que lá estavam enviaram para o Twitter. As informações do que acontecia na Índia estavam em constante atualização nesta Rede Social com detalhes e fotografias tiradas pelas pessoas que testemunhavam o acontecimento. Vários blogues também acompanharam o que se estava a passar nos atentados. A partilha dessa experiência pode ser usada pelos jornalistas, como, aliás, foi feito. A BBC fez um “Minuto a Minuto” dos ataques em Bombaim usando o Twitter como blogues, e fotografias colocadas no Facebook.
As informações publicadas no caso do Twitter devem ser entendidas como um “alerta” para o acontecimento. Posteriormente elas devem ser desenvolvidas em outras formas de composição noticiosa, ou seja, as atualizações em tempo real pelo Twitter não substituem outras formas de jornalismo, mas podem vir a complementá-las.
As Redes Sociais conferem ao jornalismo a agilidade da informação ser transmitida. Contudo, acarreta o perigo da veracidade dos fatos por causa do imediatismo. Além disso, o facto de as pessoas também as utilizarem para interagir entre si, contribui para que as informações se espalhem mais rapidamente entre os utilizadores. Os sites de Redes Sociais também oferecem feedback. Uma matéria bem-feita pode gerar comentários, discussões e ser difundida dentro dos grupos sociais de forma a amplificar o seu impacto.



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Será que as Redes Sociais influenciam o jornalismo? Quais serão as vantagens para o jornalismo? Será que é importante os jornalistas fazerem parte

Por Henrique César

Com a utilização das Redes Sociais pelos jornalistas, as práticas profissionais da profissão alteraram-se. Elas tornaram-se instrumentos de trabalho preciosos pelo transporte que fazem da comunicação. O acompanhamento rápido de informação é possível graças a plataformas como o Twitter, por exemplo. A possibilidade de acompanhar a produção de informação em tempo real é uma mais-valia quer para os media quer para as instituições que podem gerir a sua própria informação através destes canais.
Segundo Raquel Recuero, professora de Comunicação Social, investigadora nas áreas sobre redes sociais e comunidades virtuais na Internet e também jornalista brasileira, “as redes sociais começam, cada vez mais, a funcionar como uma rede de informações qualificada, que filtra, recomenda, discute e qualifica a informação que circula no ciberespaço. As redes sociais parecem organizar-se como filtros, no sentido de auxiliar na organização dessas informações, passando a eleger e atuar como gatekeepers. Esses autores filtram as informações do ciberespaço e publicam-nas, para quem quiser ouvir/ler. Através da escolha de seus próprios gatekeepers, os demais atores vão construir uma leitura focada nas informações que lhes são importantes. Essa leitura é assim, personalizada, através da escolha de suas próprias fontes informativas.” Começa então a surgir, uma nova concepção do conceito de gatekeeper. Com as novas tecnologias, os jornalistas deixaram de ser os únicos fornecedores de informação e o público deixou de ser um sujeito passivo para passar a ser ativo no processo de elaboração das notícias. Com as Redes Sociais, o público passa a exercer a função de gatekeeper, filtrando as informações importantes e funcionando como uma fonte.

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